Trabalhadores (as) do ramo químico repudiam destruição da CLT

Trabalhadores (as) do ramo químico repudiam destruição da CLT

Resistir à reforma trabalhista promulgada pelo golpista Temer; defender as Diretas Já e ampliar a representatividade das entidades sindicais para consolidar a Confederação Nacional do Ramo Químico (CNRQ) são alguns dos pontos que integram o Plano de Lutas para os próximos quatro anos aprovado por delegados e delegadas presentes no VIII Congresso da CNQ-CUT que encerrou na sexta-feira (14).  Estavam presentes 237 delegados de todo o Brasil (desses 72 eram delegadas), além de delegações internacionais vindas de México, Panamá, Argentina e Estados Unidos, que discutiram durante três dias as formas de organização e resistência aos ataques promovidos pelo governo ilegítimo Temer aos direitos trabalhistas e eleger a nova direção da entidade e o Conselho Fiscal para a gestão 2017 - 2021. A programação incluiu temas como: políticas para as trabalhadoras, discriminação racial, macrossetor, os reflexos dos projetos e reformas do golpista Temer (terceirização, reforma trabalhista e previdenciária, privatizações) para a classe trabalhadora, políticas de formação sindical e desafios da organização sindical (projeto de formação das trabalhadoras Ubuntu); a comunicação sindical e social e a relação da CNQ-CUT com os movimentos sociais (MST, MSTS e Movimento Atingido por Barragens).

A presidenta Lucineide Varjão foi reconduzida ao cargo pelos delegados ao VIII Congresso e a nova direção da Confederação foi empossada por ex-diretores da entidade numa emocionante cerimônia de celebração dos 25 anos da fundação da CNQ-CUT. Da Bahia foram homenageados, o secretário de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, Carlos Martins;  o coordenador  - Executivo de Acompanhamento das Politicas Sociais da Casa Civil, Almerico Biondi, além de Antonia Lúcia, Simone Brandão e Luiz Carlos (Lulinha), que também foram diretores da Confederação. O ex-governador da Bahia e atual secretário de Desenvolvimento Social, Jaques Wagner, dividiu a mesa de debates sobre as políticas do governo ilegítimo com o ex-ministro de Desenvolvimento, Miguel Rossetto. Passaram, ainda, pelo VIII Congresso, o presidente da CUT, Vagner Freitas, o deputado federal (PT-SP), Vicentinho da Silva,  e a ex-ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleanora Menicucci de Oliveira, além de muitos outros secretários da CUT. Nos discursos, os convidados criticaram duramente a aprovação da reforma trabalhista e a condenação, sem provas, do ex-presidente Lula pelo juiz Sérgio Moro.

Diretores do Sindiquímica integram a atual direção: Secretaria Setorial Química e Plástico, Adilma Silva; Secretaria Setorial Petroquímica e Fertilizantes, Luiz Conceição Lopes; Secretaria Regional Nordeste: Luciola Semião e Carlos Itaparica, na suplência. Mais informações acesse o site da Confederação (cnq.org.br)

A CNQ-CUT representa mais de 160 mil trabalhadores nas bases, conta com 81 entidades filiadas e 4 federações.

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